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Manu
Manu Ginóbili.
NBAE/Getty Images

Como você se sente em sua quarta temporada na NBA?
Até agora vai tudo muito bem. Já estou muito habituado a NBA e a vida nos Estado Unidos. Tenho a sorte de estar em uma franquia exemplar. Não só te tratam muito bem senão que estamos ganhando partidas atrás de partidas; assim que eu sigo muito feliz neste equipe.

O seu papel dentro do sistema da equipe tem mudado em comparação ao seus três anos anteriores?
Eu acho que sim. Principalmente com o meu papel na equipe no meu primeiro ano quando conseguimos o título. Como novato também fui útil, mas de um modo distinto. No ano passado, tive mais a bola em minhas mãos e mais responsabilidades. Não importa quantas responsabilidades tenho, ser o campeão é o mais importante pois é uma sensação muito linda e qual todos desfrutamos. Eu sempre vou a querer repetir essa sensação.

Como você sente ter na sua equipe um compatriota como o Fabrício Oberto?
É uma sorte ter a um amigo como ele, alguém que tenha vivido coisas muito similares que as suas durante toda a sua vida. O conheço desde 1996, e é muito bom ter-lo do meu lado.

O Andrés Nocioni uma vez disse que também gostaria de jogar em San Antonio, mas que agora ele se sente muito bem em Chicago. Você acha que tenha qualquer possibilidade de compartir a sua equipe com o Chapu?
É muito complicado o que pode acontecer. Primeiro porque ele está tendo uma grande temporada em Chicago, e seguramente vai ficar lá por muitos anos. Mas claro que seria genial ter um outro argentino a mais na equipe e sobre tudo a um bom amigo como o Chapu.

Como você vê as oportunidades da seleção Argentina para o próximo mundial de basquetebol no Japão?
Temos boas oportunidades. O tema é que não somos os únicos. Têm muitas equipes com boas chances, como é o caso da Espanha, França, Servia e Montenegro, Estados Unidos e Lituânia. Será um campeonato muito disputado, assim que a equipe que jogar melhor nas partidas chaves será a campeã. Isso foi o que nos aconteceu durante os últimos jogos olímpicos e esperamos poder repetir.

Como você se sente com mais de 700 mil votos recebidos para o Jogo das Estrelas? E quais são as sua expectativas com a ida para Houston?
Estou muito feliz com a minha família. Tenho uma família enorme que vota por mim muitas vezes em seguida (risos). Os votos são muito relativos, já que só os dois jogadores com mais votos vai diretamente ao All-Star. De todas as formas me sinto muito honrado que toda essa gente tenha votado por mim e que me querem ver de novo nesse jogo.